Mostra de Podengos Portugueses na UTAD


No próximo Sábado, dia 24 de Maio, decorrerá na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro uma mostra de cães da raça Podengo Português ou Cão Coelheiro. Este evento acontece pela primeira vez na região e tem como objectivos, por um lado, promover e dar a conhecer a raça e, por outro, registar cães que realizem a prova morfológica no local e que se enquadrem no estalão da raça.


Esta iniciativa é organizada pelo Clube de Podengo Português e pretende ser um incentivo para que donos de cães e criadores de Podengos Portugueses que residam na região possam de forma gratuita registar os seus cães.

Durante esta mostra, para além das provas morfológicas, terão lugar palestras sobre a raça e demonstrações de aptidão do Podengo Português para a caça.


A partir das 9h30 iniciam-se as inscrições, no Auditório da Associação Académica da UTAD, e pelas 10h30 tem início o programa com as primeiras palestras do dia.


Cães, a melhor arma para detectar o cancro próstata

Segundo um estudo realizado em Inglaterra e recentemente publicado no Medical Daily, os cães são quatro vezes mais eficientes que os testes tradicionais na detecção do cancro da próstata , e fazem-no a custos muito mais baixos.

Para Claire Guest, a médica que dirige a Medical Detection Dogs, em Buckinghamshire, os resultados são considerados históricos, já que a taxa de sucesso dos cães está na casa dos 90%, enquanto os testes usados regularmente levam muitas vezes a resultados falsos positivos. Por outro lado, gastam-se nestes milhões de libras todos os anos para acompanhamento de supostos doentes que, mais tarde, se vem a revelar não o serem.

Os cães treinados especificamente para este trabalho acabam, assim, por ser bem mais eficientes, e limitam-se a cheirar uma amostra de urina, detectando se há ou não presença de células cancerígenas. Os cães dão ou não sinal, consoante suspeitem ou não desta doença do foro oncológico, permitindo uma intervenção mais rápida dos profissionais de saúde que vêem nos cães um precioso aliado no seu combate diário a este tipo específico de cancro.

Neste momento, em Inglaterra, os cães são já considerados uma solução alternativa e extremamente fiável com custos muito mais baixos do que os exames que normalmente são feitos aos homens cujos médicos suspeitam ter a doença em desenvolvimento, ou aos quais se pretende apenas fazer um despiste desta patologia.

Os cães selecionados são treinados a partir dos 18 meses para detectar células específicas na urina e também para detectar quando os níveis de açúcar no sangue se encontram perigosamente baixos.

Nos últimos anos, muito se evoluiu no campo da medicina para tratar os doentes com cancro na próstata. A taxa de sucesso nos tratamentos tem aumentado significativamente, graças a um conjunto de factores como uma detecção mais precoce, melhores equipamentos de diagnóstico, melhores fármacos e mais condições dadas aos profissionais de saúde que, naturalmente, com o seu esforço diário são o elo mais importante no tratamento. Agora, os cães podem ser um precioso aliado para ajudar estes profissionais a salvar cada vez mais vidas e para dar melhor qualidade e esperança de vida aos doentes.

O treino dos cães envolvidos nesta investigação é financiado por instituições particulares como a Medical Detection Dogs e por anónimos que querem contribuir para melhorar a vida do próximo. A família real inglesa também tem apoiado de forma visível a instituição, comparecendo regularmente em acções de angariação de fundos.

Cadela resgatada em Los Angeles através do Google Street View



Uma senhora americana entrou em contacto com a Hope For Paws em Los Angeles, Califórnia, para comunicar que, ao visualizar o Google Street View, encontrou uma cadela em determinada rua e que já teria visto há algum tempo no mesmo local, pelo que acreditava estar abandonada.

Os membros da Hope For Paws dirigiram-se ao local e indagaram junto dos transeuntes se tinham visto a cadela, até encontrarem um funcionário de um escritório perto que sabia onde ela pernoitava já há perto de dez anos, sempre na mesma zona. Agora, o seu poiso era debaixo de um camião abandonado, onde tinha sido também ela abandonada pelos antigos donos.

O mesmo homem contou que costumava ser uma das pessoas que a alimentava, todos os dias lhe levava um pouco de queijo quando ia para o seu trabalho, tendo mesmo chegado a chamar Sonya à cadela durante estes anos, apesar de ela ser extremamente tímida e estar sempre a esconder-se, fugindo das pessoas, possivelmente com medo devido a ter sido maltratada.

Já no local, os resgatadores tiveram alguma dificuldade em retirá-la debaixo do veículo e só com muita persuasão e todos os seus conhecimentos que têm em lidar com casos destes foi possível colocar uma coleira e uma trela, para a levar para o seu centro de resgate de animais de rua e maltratados. Já no local, deram banho a Sonya, trataram do seu pelo e de a alimentar, tendo posteriormente sido observada e medicada pelos veterinários que trabalham com a organização, que a deram como apta para adopção passados poucos dias. Felizmente, a sorte estava de novo do lado da cadela Sonya, que foi de imediato adoptada por uma família local, com quem poderá passar o resto dos seus dias.

Para Sonya, a cidade dos anjos teve mesmo um que a salvou, no meio de uma cidade com cerca de 4 milhões de habitantes, e com recurso às últimas tecnologias.

Fonte:http://bicharada.net/animais/noticias.php?id=2110

Britânico condenado a prisão por ter baleado o próprio cão





Um britânico foi condenado a 20 semanas de prisão em Northampton por ter baleado o próprio cão por seis vezes e o ter deixado a morrer numa vala.


Segundo a edição britânica do jornal Metro, Marc Turnbull, de 38 anos, também bateu no animal com uma pá, alegando que esta era a sua única opção, uma vez que não conseguia encontrar outro lar para o cão.


Rocky foi encontrado numa vala na A5, perto de Weedon, em Northampstonshire, no dia 21 de abril. Foi encontrado por um transeunte três dias depois. Tinha vários ferimentos, incluindo um orifício de bala na cabeça.


Sobre Marc Turnbull prendiam três acusações de maus tratos a animais. O homem foi identificado através do michochip de Rocky.






Dogue Argentino

O Dogue Argentino é uma raça desenvolvida na Argentina.Esta raça foi obtida através de cruzamento com várias raças (Pointer, Bull Terrier, Boxer, Bulldog, entre outras).O Dogue Argentino nos anos 20 foi considerado um cão de luta devido ao seu porte e também um cão de caça grossa.
Nos Dia de hoje o Dogue Argentino é considerado leal, companheiro e um bom caçador. Em 1973 esta
 raça foi reconhecida como a 1ª raça argentina.
Em portugal esta raça pertence à lista de cães potencialmente perigosos. Esta raça foi banida em alguns países tal como no Reino Unido.

O Dogue Argentino é um cão robusto, musculado e como um maxilar um pouco largo. Tem as orelhas de tamanho médio e uma cauda longa.
O pelo desta raça é curto e pode variar entre 1 e 2 cm. Nas zonas mais frias este cão apresenta pelo grosso e denso enquanto que nas zonas quentes este cão não apresenta sub pelo.
A altura da raça varia entre 60 e 70 cm e o peso varia entre 35 e 40 kg.
O Dogue Argentino é um cão leal, protetor da sua família e um excelente companheiro.É um bom cão  de guarda pois suspeita de estranhos facilmente.
Necessita de um dono experiente para lhe dar uma boa educação. Não gosta de ser desafiado por outros cães e animais.

O Dogue Argentino pode viver num apartamento se for devidamente exercitado mas porém é preferível que viva em um jardim.
Necessita de uma caminhada diária longa ou uma corrida ou outra brincadeira mais exigente.

Esta raça precisa de escovagens semanais para manter o pelo limpo. Deve-se também evitar o banho. O Dogue Argentino deve ser protegido do sol

A esperança média de vida da raça é cerca de 11 anos.



Golpe de calor


Golpe de Calor


O cão ao contrario do ser humano não transpira pela pele. O cão liberta o seu calor através do arfar.
Quando o cão é exposto a temperaturas elevadas começa a respirar muito rápido afim de diminuir a sua temperatura corporal.


O golpe de calor acontece maioritariamente nas épocas quentes, quando se deixa o cão em lugares quentes, abafados, com pouca ventilação.(carros). 
Devesse ter muito cuidado quando se deixa um animal exposto directamente á luz solar ou fechado num carro, pois alguns minutos podem ser trágicos. O golpe de calor dá-se quando um animal deixa de conseguir controlar a sua temperatura corporal.


Muito provável se:

● Se o cão for muito velho ou muito novo
● Com pelo” pelagem" denso/a
● Tiver excesso de pesoDescrição: http://2.bp.blogspot.com/-qlFrvLFuhRA/T8-bCGJEMEI/AAAAAAAAAYA/FMEJcZ9lZmU/s1600/cachorro-calor.jpg
● Com focinho achatado
● Com problemas respiratórios ou de coração
● Com golpes de calor anteriores

Reconhecer o golpe de calor:

● Salivação em grandes quantidades
● Pele muito quente e seca
● Respiração muito ofegante
● Fraqueza muscular
● Falta de relação
● Ritmo cardíaco elevado
● Convulsões
● As dificuldades respiratórias podem causar o colapso e a morte

Se o seu cão sofrer um golpe de calor tente reduzir-lhe a sua temperatura corporal. Para
reduzir a temperatura primeiro meta o seu cão num lugar fresco e envolver o seu corpo com toalhas molhadas e tente submergir o cão em agua fria e meta sacos de gelo na sua cabeça e no seu pescoço e leve-o o mais rapidamente para um veterinário.

Para prevenir:
Descrição: http://2.bp.blogspot.com/_Qu8D2r8y_Yg/S_0KdDJulpI/AAAAAAAAC8U/4QbGyzkh7h8/s1600/cao_cansado.jpg
● Evitar exercício do cão nas horas de maior calor
● Se a circulação de ar onde o animal se encontra são as adequadas.
● Ter agua fresca e limpa para o animal beber ao longo do dia
● E ver se há lugares com sombra para o animal passear e descansar.

Nunca deixe um cão ou outro animal fechado num carro!! 

Ter um cão deixa o coração mais saudável

Ter um cão deixa o coração mais saudável


Uma investigação levada a cabo por uma universidade japonesa monitorizou 191 pessoas, entre 60 e os 80 anos, com colesterol alto, diabetes, e tensão arterial alta.
Cerca de 40% dos participantes tinham um cão em casa. E foram esses os voluntários que mostraram maior variação nos batimentos cardíacos – isso diminui o risco de morrer por conta de alguma doença no coração.
Entre os pacientes com problemas em alguma das artérias do coração, aqueles que tinham um cão viveram um ano a mais do que os outros doentes, segundo a pesquisa.
Os pesquisadores não sabem explicar o motivo dessa melhora, mas acredita-se que ter a companhia de um cão supera parte da nossa necessidade de interação social e ainda nos deixa com menos stress.


Especialistas debatem prevenção da mordedura canina em Portugal


Especialistas debatem prevenção da mordedura canina em Portugal 

Associação Portuguesa de Terapia do Comportamento e Bem-estar Animal (PSIanimal)promove no domingo um encontro sobre "prevenção da mordedura canina" em Portugal, no qual serão discutidas medidas para evitar estes acidentes que tiveram recentemente desfechos fatais.


Uma das medidas defendidas pela associação PSIanimal passa pela "educação da população" e este tema será debatido no encontro que contará com a presença do Diretor Geral da Alimentação e Veterinária, especialistas em bem-estar animal, veterinários e médicos.

"O objetivo é perceber as causas para se poderem prevenir e evitar os danos causados pelas dentadas caninas", lê-se na apresentação do encontro.


Dados da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) indicam que nos últimos cinco anos foram registados em Portugal perto de 300 ataques de cães perigosos a pessoas.


Os mesmos dados indicam que estão inscritos em Portugal cerca de 16 mil cães de raças potencialmente perigosas.


A propósito de casos recentes que envolveram animais de raças potencialmente perigosas, com vários desfechos fatais para pessoas, a vice-presidente da Associação Portuguesa de Terapia do Comportamento e Bem-estar Animal (PSIanimal), Sara Fragoso, disse que são vários os motivos que podem levar um cão - "de uma raça potencialmente perigosa ou qualquer outro" - a atacar, como "o contexto, o estilo de vida ou possíveis causas orgânicas".


Sublinhando que a potencial perigosidade destes animais, tendo em conta as suas características físicas, não impede que os mesmos possam conviver socialmente com o homem, Sara Fragoso insistiu na necessidade da prevenção.


"Temos de ter alguns cuidados, pois são cães com mandíbulas mais fortes", disse.


A legislação identifica como cães de raças potencialmente perigosas o cão de fila brasileiro, dogue argentino, pit bull terrier, rottweiler, stafforshire terrier americano, staffordshire bull terrier e tosa inu.


O debate de sábado está integrado no II Congresso da PSIanimal, que irá abordar vários temas sobre comportamento e bem-estar animal.


Uma palestra sobre "Prevenir a agressividade em cães: a solução!" e a demonstração de cães de assistência pela Bocalán Portugal constam igualmente do programa do evento que decorre na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa
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cão mais alto do mundo


Zeus é o cão mais alto do mundo

Foto: AFP/Guiness Book of Records
Zeus, um Grand Danois de três anos, foi oficialmente declarado o cão mais alto do mundo e consta da edição de 2013 do Livro dos Recordes hoje apresentada. Da pata ao garrote (o ponto entre os omoplatas em que a altura de um mamífero de quatro patas é considerada), Zeus mede 1,22 metros.


Segundo o jornal britânico The Telegraph, este cão gigante, que vive no Michigan (EUA), come diariamente 14 quilos de ração e pesa 70,3 quilos.


“As pessoas costumam perguntar-me se é um cão ou um cavalo”, conta a dona de Zeus, Denise.” Tivemos que comprar uma carrinha para o transportar e se ele nos pisa, mesmo que sem querer, provoca-nos hematomas”.


Desta última edição do Livro dos Recordes, consta ainda o nome de Sam, de quatro anos, considerada a burra mais alta do mundo. Sam, que pertence à raça American Mammoth Jackstock, mede 1,55 metros, muito acima dos 80 centímetros habituais do burro comum e mais do que a altura média da sua raça (1,44 m). Sam vive em Watsonville, no estado americano da Califórnia.

Cão torna-se sócio de cluble de Futebol espanhol



Cão de 7 anos torna-se sócio de clube de futebol espanhol


 
Lecquio, um Yorkshire de 7 anos, é desde ontem o mais recente sócio do clube de futebol CD San Roque de Lepe (Huelva, Espanha), segundo o jornal espanhol ABC. Os donos decidiram inscrever o cão para que este possa assistir com eles aos jogos deste clube de futebol do grupo IV da Divisão B.





Desta forma, Manuel Contreras e Lola Romero, os proprietários, podem entrar legalmente com Lecquio no estádio de San Roque todos os fins-de-semana, depois de regulada a entrada de animais em recintos desportivos.


Lecqui é, desde ontem, o sócio nº 1600 do CD San Roque de Lepe para a presente temporada e ontem estreou-se ao assistir ao jogo entre o San Roque e o CD Loja, que a equipa da casa ganhou por 4-1.


Curiosamente, não foi uma estreia fácil, já que os porteiros colocaram certas reticências à entrada do animal no estádio. Foi necessário os donos mostrarem o seu cartão e sócio e passá-lo pelas portas para que Lecquio pudesse, finalmente, entrar.


Lecquio não fica indiferente ao que se passa no relvado: “Senta-se no seu lugar, segue o movimento da bola, e até levanta as orelhas e abana o rabo quando há uma jogada de perigo e nós gritamos”, contou Manuel Contreras
  

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